Facebook Pixel Você sabe quais são os mitos que envolvem um software médico?

Artigo

4 mitos sobre software médico

Publicado em 15.08.2018

4 mitos sobre software médico

Você já deve ter ouvido falar, ou até mesmo pesquisado, sobre software médico. Esse tipo de tecnologia surgiu com o objetivo de trazer mais agilidade e organização para o dia a dia da clínica.

Mas, você já sabe tudo sobre o funcionamento dessa ferramenta? Neste artigo te apresentamos os principais mitos sobre os softwares médicos. Continue lendo e tire todas as suas dúvidas a respeito desse tema:

1. Software médico é tudo igual

Pode ser que você tenha sofrido alguma experiência ruim com softwares médicos, mas pode ter certeza que eles têm suas diferenças.

Existem mais de 30 tipos diferentes de softwares para médicos no mercado. É provável que todos apresentem funcionalidades essenciais para o seu dia a dia, como agenda e prontuário, mas cada software tem o seu diferencial. Basta você testá-los e identificar aquele que é mais fácil de usar, atendendo às suas necessidades.

Além das várias funcionalidades, outro ponto que você deve se atentar é o suporte oferecido por cada empresa. A velocidade de resposta e prontidão em resolver o seu problema são fatores que fazem a diferença em um produto e na sua experiência com o sistema.

2. Softwares para médicos são muito caros

A nossa percepção de caro ou barato está muito ligada à experiência que temos com o serviço oferecido e o quanto ele nos ajuda a resolver nossos problemas. Às vezes um serviço é realmente mais caro que a média, porém, se você é bem atendido e tem seu problema resolvido, não vê mal em pagar “um pouco a mais” por isso.

Além disso, você deve enxergar o custo de um sistema médico como um investimento a longo prazo para a clínica, que traz mais agilidade e organização para o seu dia a dia, além de centralizar todas as informações.

Se botar na ponta do lápis, você verá que o custo de um software pode sair mais barato que um café por dia, por exemplo

3. Relação com o paciente é afetada

Hoje em dia muitos pacientes estão imersos no mundo digital, então provavelmente não veriam como algo ruim ter um computador, ou aparelhos eletrônicos, dentro da sala para auxiliar a consulta.

Porém, para contornar esse possível receio, existe uma forma de você utilizar o sistema durante as consultas. Você pode mostrar para o paciente resultados gráficos, como a evolução de um tratamento, a partir do que você registrou no software. Dessa forma, o paciente tem um aspecto bastante visual dos resultados e vocês podem estabelecer os próximos passos do tratamento em conjunto.

Além disso, existem sistemas que funcionam em mais de um dispositivo, como em iPads, celulares e tablets. Usar esses aparelhos te permite maior proximidade ao paciente, uma vez que você não precisa ficar a todo momento olhando o computador.

4. Softwares médicos não são seguros

O CFM, órgão que regula a prática médica no Brasil, estabelece normas para o funcionamento dos softwares médicos. Algumas exigências são backups diários obrigatórios e a forma como os seus dados são armazenados.

Além disso, nos sistemas médicos online, todos os seus dados são armazenados em nuvem, o que te permite acessá-los de qualquer lugar. Ademais, todas as informações contidas nos prontuários dos seus pacientes são criptografadas, de forma que só você possa consultá-las.

Agora que você desvendou alguns mitos e aprendeu mais sobre os softwares médicos, está na hora de testar e encontrar aquele que realmente te ajuda no seu dia a dia! Aproveite os períodos de testes grátis e conheça os diferentes tipos para fazer a escolha certa.

Sobre o autor:

Flávia Saldanha é especialista em Marketing de Conteúdo na iClinic, um software online de gestão que organiza as informações de clínicas e consultórios de maneira simples e intuitiva, tornando os processos mais inteligentes e produtivos.

Saúde na mídia: Entenda sobre a publicidade médica e a ética

Artigo

Saúde na mídia: Entenda sobre a publicidade médica e a ética

Receba nosso conteúdo VIP